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Retro Cesc Fàbregas Camisola – O Menino Prodígio do Arsenal

Spain - Arsenal, Barcelona, Chelsea, Monaco

Poucos jogadores captivaram a imaginação dos adeptos de futebol como Cesc Fàbregas. O médio catalão irrompeu no Arsenal ainda adolescente e afirmou-se imediatamente como um dos criadores de jogo mais talentosos da sua geração. Nascido em Arenys de Mar em 1987, Fàbregas juntou-se à academia do Arsenal vindo do Barcelona com apenas 16 anos, tornando-se o marcador mais jovem de sempre do clube e um dos seus capitães mais queridos. A sua visão, amplitude de passe e inteligência futebolística distinguiram-no de quase todos os médios da sua época. Possuía uma compreensão quase telepática do espaço e do tempo, enfiando passes por brechas que os outros simplesmente não conseguiam ver. Quer envergasse o vermelho e branco do Arsenal, o icónico blaugrana do Barcelona, o azul do Chelsea ou o vermelho e branco do Mónaco, Fàbregas jogou sempre com estilo, inteligência e um entusiasmo contagiante. Possuir uma retro camisola do Cesc Fàbregas é possuir um pedaço de uma das carreiras mais elegantes e tecnicamente dotadas do futebol.

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História da carreira

A trajetória da carreira de Fàbregas lê-se como um conto de fadas do futebol com algumas reviravoltas dramáticas pelo caminho. Juntou-se à academia Hale End do Arsenal em 2003, fazendo a sua estreia profissional aos 16 anos e 177 dias frente ao Rotherham na Taça da Liga. Poucos dias depois, tornou-se o jogador mais jovem a marcar pelo clube numa partida da Taça da Liga frente ao Wolverhampton. Sob a orientação de Arsène Wenger, desenvolveu-se até se tornar um dos melhores médios do mundo, conquistando duas FA Cups consecutivas em 2014 e 2015 – embora a segunda tenha chegado após o seu regresso do Barcelona. Os seus anos no Arsenal entre 2003 e 2011 ficaram marcados por atuações individuais extraordinárias, embora o clube ficasse sempre ligeiramente aquém dos maiores prémios, terminando como finalista vencido na Liga dos Campeões em 2006, após uma memorável campanha em que Fàbregas dominou o meio-campo. A perda de jogadores-chave como Patrick Vieira e Thierry Henry colocou enorme responsabilidade nos seus jovens ombros, responsabilidade que ele assumiu com notável maturidade. Em 2011, concretizou um sonho de uma vida ao regressar ao Barcelona, onde passara os seus anos de formação antes de ser contratado pelo Arsenal. No Barça conquistou duas La Ligas, a Copa del Rey e, mais memoravelmente, a Liga dos Campeões em 2011, embora o seu papel fosse frequentemente o de super-suplente em vez de titular garantido às ordens de Pep Guardiola. Um capítulo agridoce, que ainda assim produziu momentos altos a nível pessoal, incluindo uma Copa América com Espanha e o seu papel crucial na era dourada da seleção espanhola – ao dar a assistência para o golo de Andrés Iniesta que valeu o Mundial de 2010 e contribuindo decisivamente para as vitórias no Euro 2008 e Euro 2012. Em 2014, José Mourinho levou-o para o Chelsea, onde reencontrou a melhor forma, conquistando o título da Premier League em 2014-15 e provando que, aos 27 anos, continuava a ser de classe mundial. Após passagens pelo Mónaco, retirou-se e transitou com naturalidade para a gestão técnica, assumindo o comando do Como na Serie A. Uma carreira sem um único capítulo monótono.

Lendas e companheiros de equipa

A história de Fàbregas não pode ser contada sem a constelação de jogadores brilhantes que o rodearam. No Arsenal, Thierry Henry foi a sua grande inspiração e parceiro em golos nos primeiros tempos – Fàbregas fornecia os passes em profundidade, Henry finalizava-os com eficiência letal. Robert Pires e Freddie Ljungberg flanqueavam-no naquelas equipas da era dos Invencíveis, enquanto Patrick Vieira serviu de capitão e âncora do meio-campo antes de passar a braçadeira ao jovem espanhol. Arsène Wenger foi, sem dúvida, a influência mais marcante no seu estilo de jogo, cultivando os seus instintos e dando-lhe liberdade para se expressar. No Barcelona, jogar ao lado de Xavi e Andrés Iniesta colocou-o no maior triângulo de médios jamais formado, e a concorrência pelos lugares levou-o ao limite. Com Espanha, a sua combinação com David Silva e David Villa era deslumbrante. No Chelsea, a liderança de John Terry e a genialidade de Eden Hazard em seu redor ajudaram-no a recuperar a forma dos melhores anos no Arsenal. Entre os rivais, Steven Gerrard e Frank Lampard foram os grandes adversários no meio-campo durante os seus anos na Premier League.

Camisolas icónicas

O mercado de retro camisolas do Cesc Fàbregas abrange vários equipamentos verdadeiramente icónicos. As camisolas principais do Arsenal de meados dos anos 2000 – em particular o clássico vermelho e branco com o patrocínio da O2 ou do Emirates – estão entre as mais procuradas pelos colecionadores. A campanha da Liga dos Campeões de 2005-06 produziu algumas das melhores atuações individuais de Fàbregas, tornando as camisolas dessa época particularmente desejáveis. As elegantes camisolas alternativas do Arsenal da era Nike em dourado e azul-marinho são também muito colecionáveis. A sua camisola do Barcelona da época vencedora da Liga dos Campeões de 2010-11 tem um peso histórico enorme, mesmo que as suas aparições tenham sido limitadas. No entanto, é a camisola do Chelsea da época do título da Premier League de 2014-15 que muitos colecionadores mais valorizam – Fàbregas foi extraordinário nesse ano, registando um número recorde de assistências, e o clássico equipamento principal azul do Chelsea com o patrocinador Samsung é um elemento incontornável de qualquer coleção retro séria. Uma retro camisola do Cesc Fàbregas de qualquer um destes clubes captura um capítulo distinto de uma carreira notável, com cada equipamento a contar a sua própria história de troféus, deceções e brilhantismo.

Dicas de colecionador

Ao procurar uma retro camisola do Cesc Fàbregas, aposte em versões autênticas de especificação de jogador ou usadas em jogo em vez de réplicas para adepto para maximizar o valor. As camisolas do Arsenal de 2004-08 e a da época do título do Chelsea em 2014-15 atingem os preços mais elevados entre os colecionadores mais exigentes. Verifique a impressão original da Nike ou da Adidas no conjunto nome/número, e confirme sempre que o escudo da camisola está corretamente bordado em vez de impresso. O estado de conservação é determinante – camisolas não usadas com etiquetas originais podem atingir o dobro do preço das usadas. As camisolas de jogo com qualquer documentação de proveniência são o Santo Graal. Os tamanhos podem variar significativamente entre épocas, por isso verifique sempre as medidas com cuidado.